Ok, vamos lá: você quer uma casa – mas não qualquer uma; você quer a sua casa. Os primeiros sintomas desse desejo são: seguir perfis de decoração no Instagram, sonhar acordado com seu cantinho preferido e ficar mais alegre ao comprar uma panela antiaderente do que qualquer outra coisa que te faria feliz aos vinte e poucos anos.

O sonho da casa própria é um sonho lindo, mas, para virar realidade, é preciso ter a vida financeira em dia.

Não existe milagre capaz de substituir o bom e velho planejamento financeiro. O grande problema é que quem nunca trabalhou com finanças, administração ou teve que chefiar, com mãos de ferro, o orçamento doméstico, comete erros contra o próprio patrimônio monetário.

Em primeiro lugar, fique sabendo que a culpa não é sua. Quando você era criança, o “futuro da nação”, os adultos não te ensinaram a poupar de verdade. No Brasil, inclusive, fomos culturalmente adestrados a achar que toda robustez na conta bancária advém de coisas ruins, como corrupção ou “jeitinho”. 

Em segundo lugar, saiba que, para o mundo, isso não interessa. Se você não aprendeu a poupar 30% desde o seu primeiro salário, dentre outros “macetes” para ter uma reserva financeira, o problema é só seu. Ou você vê, por aí, algum banco com dó de quem não teve a chance de economizar?

É muito tarde para iniciar o planejamento financeiro?

A boa notícia, no entanto, é que nunca é tarde para começar um planejamento financeiro capaz de realizar seus sonhos. Dentre eles, a casa própria. Como dissemos ali em cima, não há milagre, não há saída fácil. Ao contrário: são muitas as renúncias que você vai precisar fazer para poder dar uma entrada no imóvel pretendido. 

E é justamente nesse momento que você vê que todos os sacrifícios valeram a pena. Planejamento financeiro é coisa de longo prazo, e a dica mais importante é não desanimar. Além disso, não cometer erros de planejamento, como os que vamos tratar abaixo, é vital para que o tão estimado patrimônio não acabe virando uma utopia.

Erro 1: planejar com rigor e comprar por impulso

O papel – ou, nesse caso, a planilha de Excel – aceita tudo o que a gente joga nele. Por conta disso, muitas pessoas fazem o planejamento financeiro e se culpam. Afinal, no papel está tudo dando certo, os números estão lindos; por que não é assim na vida real?

A explicação mais simples é que, na “vida real”, a primeira coisa que esquecemos quando nossos olhos brilham por algo é a planilha do planejamento financeiro. مواقع القمار As compras por impulso são um boicote terrível à economia de longo prazo. Pode até parecer que um vinhozinho hoje não vai fazer diferença, ou a calça nova (que você não precisa ter) na promoção vale mais a pena do que não comprá-la, mas, ao fim do dia, são essas compras que não precisamos que surgem nas planilhas como ervas daninhas.

A principal dica para evitar esse erro é resistir ao impulso. Não é fácil, a gente sabe, mas não tem outro jeito. A influenciadora financeira Nath Arcuri diz que, se você não saiu de casa pensando em comprar tal coisa, é porque não precisa realmente dela. Que tal começar a refletir sobre isso?

Lembre-se: cada 500 reais em compras de coisas que não te fariam falta é menos uma parcela quitada da sua casa própria.

Erro 2: não planejar os rendimentos

Já ouviu a expressão “devemos fazer o dinheiro trabalhar para nós”? Em um primeiro momento isso soa… impossível. Mas não é.

Quem não conta com os rendimentos no planejamento financeiro vai demorar ainda mais do que o normal para juntar o montante necessário à uma entrada. Por outro lado, os rendimentos podem facilitar a vida de quem sonha em comprar o imóvel à vista.

E como funciona? 

Além de cortar gastos desnecessários e se educar financeiramente para guardar dinheiro, é importante planejar, também, onde você vai guardar esse dinheiro. Conta corrente e debaixo do colchão são alternativas com zero retorno em rendimento. A poupança, historicamente, tem rendimentos baixíssimos.

Tesouro direto, bolsa de valores, multimercados, CDB, CDI e outras siglas devem fazer parte do seu planejamento financeiro e, também, da sua vida. Sua estratégia de gerar dinheiro a longo prazo deve, necessariamente, passar pela aba dos investimentos. المراهنة على المباريات   

Erro 3: não definir metas a curto, médio e longo prazo

Imagine que surgiu no seu radar o imóvel dos sonhos com valor de venda de um milhão de reais. Na sua conta tem só 300 reais; então, vai demorar um pouquinho até chegar na meta. E tá tudo bem: a meta do milhão é de longo prazo; você só vai se frustrar se achar que deveria ter esse montante até a próxima quinta-feira.

Mas muita gente comete esse erro, esmorecendo pelo caminho, porque não estabeleceu metas para cada prazo da vida.

Se você tratar o curto prazo de seis meses a um ano, médio prazo como cinco anos e longo prazo como dez, vinte ou trinta, suas metas ficam mais claras – e realistas.

Para não cometer esse erro, estipule seus objetivos dentro das reais possibilidades da sua rotina. Um exemplo: se você ainda não poupou nada esse ano, que tal ter como meta de curto prazo colocar cem reais por mês na sua caixinha para a casa própria? Em doze meses você terá R$1200 – isso se não tiver rendimentos.

Parece pouco, frente à meta de um milhão, mas pense assim: são R$1200 que antes eram zero reais. Em cinco anos, são 6 mil reais, e assim por diante. 

Ainda parece pouco? Escolha os fundos de investimento que tenham potencial para aumentar, consideravelmente, essas cifras. Melhore as metas de curto prazo, colocando mais um pouquinho de dinheiro a cada mês. Evite os prazeres imediatos que não lhe dão retorno financeiro, capaz de fomentar seu prazer futuro.  

Se você quiser sair de zero a 15 mil reais em cinco dias, a menos que haja um milagre, uma herança ou uma excelente estratégia para isso, que desconhecemos, vai se frustrar antes da hora. Não caia nesse canto da sereia.

Erro 4: ouvir o que os outros acham sobre o que você quer

Pode fazer o teste aí: é só dizer que quer comprar uma casa para seus familiares ou amigos e verá que, em pouquíssimo tempo, todo mundo terá uma opinião sobre isso. Raramente será a mesma opinião que você tem.

Isso é muito normal, aliás. Vão surgir mais pessoas dizendo que você não deve fazer isso, não deve investir naquilo, melhor esperar o momento X, que não é hoje, e nem amanhã, do que pessoas capazes de te incentivar. Não fazer é sempre mais fácil que não fazer, e a sociedade gira em torno do conforto. 

Se você quer comprar uma casa, se esse é seu sonho, maior desejo, e se seus amigos estão dizendo que alugar é melhor que comprar, só há uma solução: ignorar seus amigos.

É claro que você vai estudar, pesquisar, escolher as melhores oportunidades, até começar debaixo, com um imóvel mais acessível antes de mirar na mansão de cinco milhões. Isso, porém, não significa ir na onda de quem acha que é melhor você não gastar dinheiro com isso.

Mesmo porque imóvel não é gasto; é investimento. 

Erro 5: tratar o dinheiro da casa própria como reserva de emergência

As coisas estão indo bem: você está poupando, investindo em fundos rentáveis, deixando de comprar por impulso, estipulando metas realistas, ignorando pessoas chatas. Aí, alguém arranha seu carro, a pia entope, o filho quebra o braço… coisas imprevisíveis costumam ser mais caras do que as previsíveis, já que você (claro) não estava contando com esse gasto.

Não importa quanto você controle suas despesas, em algum momento ela pode desandar. E para isso deve existir uma reserva financeira de emergência. Atenção ao nome: emergência.

Emergência é tudo aquilo com a qual você não contava, mas aconteceu, e precisa ser rapidamente resolvida.

A casa própria não é uma “emergência”, é um sonho de médio ou longo prazo. Será que é justo tirar, da caixinha alimentada para essa finalidade, o dinheiro que vai cobrir urgências completamente alheias a esse objetivo?

O jeito de fugir desse erro é, literalmente, separar suas poupanças dentro do planejamento financeiro. É preciso ter o fundo para a casa própria, o fundo para a viagem dos sonhos, o fundo para o carro do ano, o fundo para as reformas pretendidas e outra, fora de todas essas e quaisquer outras que você queira criar, para emergências.

Sem essa diferenciação básica, porém crucial, qualquer planejamento corre riscos. Planejar é organizar, também. Leve isso em consideração sempre.

Criar um planejamento financeiro realista e executável é um bom começo de jornada até a casa própria. العاب قمار حقيقية Se você ainda não sabe como adquiri-la, ou qual oportunidade te fará mais feliz, deixe com a gente: a IMG Empreendimentos será sua maior aliada nessa importante conquista.

Entre em contato para saber mais.  

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