Gestão de finanças pessoais: por que você não deve deixar para depois?

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Infelizmente, no Brasil, não é comum que a educação financeira e a gestão de finanças pessoais comece na infância, o que pode trazer problemas à vida adulta. Não à toa, o número de inadimplências entre o público jovem do país é um dos mais altos de toda a população.

Depois de endividados, muitos não fazem ideia de como sair dessa situação e acabam postergando o pagamento dos débitos em aberto, aumentando a incidência de juros e optando por um estilo de vida baseado no uso do cartão de crédito e cheque especial.

Agir de modo preventivo é a melhor maneira de evitar perder o controle das finanças. Para isso, é preciso planejar-se e deixar claras as metas que pretende alcançar – e quanto tempo vai levar para que o objetivo seja cumprido. 

Por mais básico que pareça, é muito mais fácil controlar os gastos quando existe um objetivo para o dinheiro poupado.

Gerenciar finanças pessoais também é importante para garantir que, caso um problema apareça, você possa contar com reservas de emergência. Comprar uma casa, abrir o próprio negócio, viajar, casar-se ou ter filhos também são planos que dependem de condições financeiras equilibradas para que aconteçam. 

Gerenciar gastos rotineiros é muito importante

Por mais que pareça não fazer diferença, pequenas economias domésticas trazem resultados importantes ao final do ano. Pagar as contas de luz, água, telefone, fazer compras no supermercado e organizar sua rotina de trabalho são atitudes fundamentais para manter a vida fluindo – e com a sua saúde financeira não é diferente.

Gerenciar as atividades que envolvem dinheiro é um meio para entender onde o salário vai parar. Além disso, também otimiza a descoberta de formas para diminuir alguns custos. Isso só acontecerá quando eles deixarem de ser automáticos e passarem a fazer parte de um planejamento.

Pare um pouco e reflita sobre as contas fixas da sua casa. É impossível abrir mão das contas de água, luz e internet, mas será que é realmente necessário possuir telefone fixo? E a TV a cabo: você a utiliza tempo suficiente que justifique a contratação? Sem contar as plataformas de streaming, que levam uma parte mensal da sua renda e raramente são utilizadas, certo?

Apenas organizando os gastos é possível classificá-los e decidir sobre a permanência de cada um deles. Quanto mais tempo a sua gestão financeira for adiada, mais dinheiro pode perder.

Finanças pessoais são tão importantes quanto as finanças empresariais 

Para muita gente é fácil compreender a necessidade de manter as finanças de uma empresa em dia, mas o mesmo não é aplicado à vida pessoal. Com a mesma seriedade que um empresário planeja a expansão de uma empresa, na vida pessoal, realizar sonhos deve ter semelhante nível de preparo e gestão.

À medida que o tempo passa, novos modelos de gestão empresarial são adotados. O foco passou a ser a qualidade de vida dos colaboradores, oferecendo mais flexibilidade e participação nos lucros da companhia.

Apesar de não ser uma analogia simples, tente trazer o exemplo acima para o seu cotidiano. Gerenciar seu dinheiro não se trata de deixar de sair com os amigos, presentear-se ou parar de fazer o que gosta, mas fazer tudo isso de modo consciente, sem ficar em constante aperto ao fim de cada mês. 

Nesse caso, eleja prioridades, organize os pagamentos e inclua a poupança como um custo fixo. Depois disso, o que estiver à disposição pode ser gasto com o que desejar, mantendo sua saúde financeira em dia.

Gestão financeira para quem já está endividado

Quem já está endividado passará por um tempo de privações, mas que será necessário para garantir noites de sono tranquilas novamente. Quando a gestão dos débitos em aberto saem do controle, dificilmente se sabe sobre o valor atual da dívida.

Nesse caso, é fundamental negociar o montante em parcelas que estejam dentro do orçamento mensal e que não levem à novas dívidas. Inclua o parcelamento nos gastos fixos e, em breve, você estará livre do compromisso, restando mais dinheiro para a poupança.

Por mais trabalhoso que pareça ser (e realmente é), o esforço é recompensado, principalmente para quem estabelece metas, como o pagamento de dívidas, a compra de um carro ou do seu primeiro imóvel. Planejar-se é fundamental para atingir objetivos, saber qual caminho percorrer, a burocracia envolvida e como chegar lá.

Por não ser algo habitual, é comum perceber algumas falhas na tentativa de gestão de finanças pessoais, mas que podem ser consertadas. Para isso, separamos os 5 erros no planejamento financeiro que você deve evitar e manter sua estabilidade. Aproveite a leitura! 

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Igor Scaldini

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